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segunda-feira, março 15, 2010

José Eduardo Bettencourt...

José Eduardo Fragoso Tavares de Bettencourt (Lisboa, 24 de Outubro de 1960) é o actual presidente do Sporting Clube de Portugal. Foi eleito a 5 de Junho de 2009 com quase 90 por cento dos votos, contra apenas 10 por cento de Paulo Pereira Cristóvão.
Licenciado em Economia, foi administrador da Comissão Executiva do Banco Santander Totta.


Este senhor segundo sei ganha qualquer coisa como 800 mil euros por ano.


Não acreditam??

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Black Eyed Peas e Portugal...

"Depois de terem sido apontados pelo seleccionador Carlos Queiroz como os autores da música que inspirou Portugal para o apuramento para o Mundial, "I got a Feeling", os Black Eyed Peas manifestaram o seu apoio à Selecção portuguesa no Mundial 2010."



Carlos Queiroz agradeceu...



Depois da inspiração que a música deu à nossa selecção, temos agora este vídeo fantástico que pode inspirar o povo tuga. Vamos lá ensaiar a coreografia rumo ao Mundial 2010...


quarta-feira, novembro 18, 2009

Portugal Vs Bósnia...

Campanha publicitária da Nike mete-nos a rapaziada assim...
Uiiiii... eu, imaginando-me na pele de um bósnio, sentir-me-ia inibido.

Por favor, parecem umas bailarinas vestidinhas a rigor.
Ah é assim que querem ganhar aos bósnios? Enfim, para além do risco de não sermos apurados, ainda corremos o risco de sermos abusados
.

"Duda, Nani, Bruno Alves, Paulo Ferreira e Miguel, cinco dos "guerreiros" portugueses reuniram-se para mostrar o "Nike Pro Combat", um equipamento útil para a batalha na Bósnia"

sábado, outubro 03, 2009

And the winner is...

Os candidatos...

O Vencedor...

A festa é vossa...

Parabéns ao Brasil, em especial a todos os que nos visitam diariamente do lado de lá do Atlântico.

sexta-feira, julho 17, 2009

Actualização do dicionário de Língua Portuguesa...

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa tem destas :P (ler com pronúncia brasileira)

Testículo: Texto pequeno

Abismado: Sujeito que caiu de um abismo

Pressupor: Colocar preço em alguma coisa

Biscoito: Fazer sexo duas vezes

Coitado: Pessoa vítima de coito

Padrão: Padre muito alto

Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo

Democracia: Sistema de governo do inferno

Barracão: Proíbe a entrada de caninos

Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas

Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas

Detergente: Acto de prender seres humanos

Eficiência: Estudo das propriedades da letra F

Conversão: Conversa prolongada

Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes

Expedidor: Mendigo que mudou de classe social

Luz solar: Sapato que emite luz por baixo

Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton

Tripulante: Especialista em salto triplo

Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios

Aspirado: Carta de baralho completamente maluca

Assaltante: Um 'A' que salta

Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse

Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho

Coordenada: Que não tem cor

Presidiário: Aquele que é preso diariamente

Ratificar: Tornar-se um rato

Violentamente: Viu com lentidão

quinta-feira, março 12, 2009

Promoção sasiokada…

Novo conjunto, vocês compram e nós oferecemos, portanto equipem-se minhas meninas, o soutien custa 9.90€, está barato e a queca é oferecida…
Promoções assim, só no sasiok...

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Koisas no comment...

(Clicar para ampliar)


quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Martim quê?

Ora ai está um nome original para um político sim senhor…

sábado, janeiro 31, 2009

Poesia de andaime...

Ora ai está pessoal, a edição em exclusiva sasiok, de dicas e mais dicas de engate puro, a partir de agora meus amigos não existem desculpas, apliquem uma das milhentas soluções desta obra-prima da literatura portuguesa…

Capítulo 1
A rima rica

Os primeiros dados à nossa disposição sobre o surgimento da rima na poesia ocidental remontam a
origens semíticas que segundo Paul Klopsch podem ser datadas de 250 d.C. aproximadamente. Já
Comodiano de Gaza, poeta cristão do século III, compunha as suas obras em hexâmetros, não imitando
os padrões clássicos de acentuação quantitativa. A poesia cristã, com o seu objectivo primordial
didático-encomiástico, servia-se então do latim para a expressão de “boas novas” com um novo
artifício de expressão estética para os ditos poéticos.
Recorrendo então a uma das figuras de estilo mais enraizadas nas obras poéticas, a rima, pedreiros,
marceneiros, trolhas e carpinteiros deambulam pelos versos desta vida com declarações de desejo e
paixão.
1. Ó flôr dá para pôr?
2. Ó musa dás-me tusa.
3. Ó bomboca, mostra a toca?
4. Ó doce, era onde fosse.
5. Ó beleza, deixas-ma tesa.
6. Ó boneca, vai uma queca?

Capítulo 2
O trocadilho
O trocadilho resulta de uma semelhança formal entre dois enunciados sendo um deles, muitas vezes,
elíptico. Semelhança que pode chegar à identidade. Alguns trocadilhos relacionam uma paráfrase com
o seu parafraseado. O trocadilho pode ser intencional ou acidental, como ocorre na cacofonia. Há
trocadilhos com intenção crítica, na qual se deseja transferir para um enunciado o suscitado pelo outro
ou aqueles em que o efeito resulta da relação que medeia os dois enunciados. No exemplo do trocadilho
do Barão de Itararé: “Adeus, Pátria e Família” o cómico resulta da relação de oposição extrema entre a
paráfrase e o parafraseado.
Parte da secular tradição oral portuguesa, com raízes nas antigas cantigas de escárnio e nas sátiras de
Pêro Rodrigues, o trocadilho é um refúgio artístico profícuo na fina arte de bem trovar.
7. És como um helicóptero: gira e boa.
8. Ó fêvera, junta-te aqui à brasa.
9. Ó jóia, anda aqui ao ourives.
10. Ó “morcona”, comia-te o sufixo.
11. Ó filha, aperta aqui que é mais fofo.
12. Ó jeitosa, és mais apertadinha que os rebites de um submarino.
13. Andas na tropa? É que marchavas que era uma maravilha.
14. Se fosses um barco pirata, comia-te o tesouro que tens entre as pernas.
15. Tantas curvas e eu sem travões.
16. Usas cuecas TMN? É que tens um rabinho que é um mimo.
17. A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu.
18. Tens um cu que parece uma cebola, é de comer e chorar por mais.
19. Só queria que fosses uma pastilha elástica para te comer o dia todo.
20. Tanta carne boa e eu em jejum.
21. Se o teu cu fosse um banco, fazia uma poupança a taxa fixa.
22. Ó filha, agora já percebo porque é que tenho a talocha nas mãos.
23. Belas pernas, a que horas abrem?
24. A ti não te custava nada e a mim sabia-me tão bem.
25. Até davas uma boa actriz mas és muito melhor atrás.

Capítulo 3
A metáfora
A metáfora caracteriza-se singularmente pelo uso de uma palavra ou de uma expressão num sentido
que não é o próprio, baseado numa relação de semelhança. O processo de construção da metáfora
requer uma comparação prévia entre entes diversos retendo o que se considera igual ou semelhante,
para originar um novo significado. Sendo assim, a metáfora é muito mais do que uma figura da língua,
é do pensamento, é cognitiva. Comparação mental ou abreviada, onde prevalece a relação de
semelhança.
Não tão óbvia como a comparação mas não sendo uma coisa diferente, a simples metáfora confunde-se
já com a maneira de falar de cada um. Usada quase sem querer numa tentativa de escapar ao óbvio,
deixa à mulher o papel de adivinhar e interpretar o piropo.
26. Ainda dizem que as flores não andam.
27. Ó filha, com um cuzinho desses deves cagar bombons.
28. Ó filha, levavas aí com o martelo pneumático que fazíamos o túnel do Marquês num instante.
29. Que bela anilha que tu tens, deixa lá enroscar o meu parafuso.
30. Só custa a cabeça que o resto é pescoço.
31. Que rica sardinha para o meu gatinho.
32. Anda cá a cima afagar-me a cobra zarolha.
33. Ó filha, o teu pai devia ter a régua torta para te fazer com curvas assim.

Capítulo 4
Os ordinários
O palavrão ou aumentativo de palavra é uma gíria de cunho, conhecido em Portugal como calão de baixo
nível. Considerados imorais por muitas religiões, os palavrões são inadequados na norma culta da língua
portuguesa e geralmente usados de forma popular e brejeira. Excepto por licença poética.
Esta secção, não aconselhada a leitores com pacemaker, revela a face mais obscura da poesia de
andaime. Poesias rudes e deliciosamente envenenadas com sarcasmo e desdém. Versos muitas vezes
escritos à hora de almoço, sem a supervisão de um capataz devidamente credenciado e declamados
apenas pelos mais audazes dos homens.
34. Ó filha, fazia-te um pijaminha de cuspo.
35. Quem me dera que fosses um frango para te meter um pau no cu e fazer-te suar.
36. Só queria que fosses um cavalinho de carrossel, para te montar todo o dia por 50 cêntimos.
37. Ó filha, anda cá a cima que até a barraca abana.
38. Contigo filha, era até ao osso.
39. Metia-te-a inteira até que ma mordesses.
40. Posso tocar no teu umbigo da parte de dentro?
41. Ai de ti que eu saiba que esse cuzinho anda a passar fome.
42. Ó filha, enchia-te essa cona toda de massa.
43. Só não tenho pêlos na língua porque tu não queres.
44. Ó filha, anda cá a cima que ele não se vai chupar sozinho.
45. Tens uns olhos tão lindos, tão lindos, que te comia essa cona toda.
46. Caiava-te toda de branco por dentro.
47. Contigo era até encontrar petróleo.
48. Ó linda, sobe aqui à palmeira e anda-me lamber os cocos.
49. Ó faneca, anda cá que o pai unta-te.
50. O teu cu parece uma serra eléctrica, não há pau que lhe resista.
51. És tão quente que até se me grelham os tomates.
52. O meu amor por ti é como a diarreia, não o consigo manter cá dentro.
53. Diz-me quem é a tua ginecologista para eu lhe ir chupar o dedo.
54. Com esse cu, estás convidada a cagar na minha casa.
55. Contigo até me tornava mineiro, só para te abrir os buracos todos.
56. Podia ficar um mês a cagar trapos mas comia-te com roupa e tudo.
57. Posso pagar-te uma bebida ou preferes em dinheiro?
58. Ainda dizem que a fruta verde não se come.
59. Ó filha, lambia-te o que tu mais gostas.
60. Ó fofa, agarra aqui na corneta.
61. Agarra-me aqui no tarolo, ó princesa.
62. O teu pai deve ser arquitecto, tens um cu que é uma obra.
63. Ó filha, agarra aqui com a mão.
64. Que rico filho. Anda cá cima que eu faço-te outro mas mais bonito.
65. Ó sol, sopra aqui na minha flauta pingante.
66. Ó boneca, era a estrear.

Capítulo 5
A subtileza do povo

Apesar das vestes rurais de trabalhador da construção civil, das marcas de suor que desenham pequenos
testes de Rochard nas camisolas de alças brancas e amarrotadas e de uma voz arranhada pelos anos, o
homem das obras também tem coração. Muito por causa das pressões da sociedade mas sobretudo de
certos e determinados indivíduos que não permitem ao simples homem das obras seguir as pisadas de
um Camões ou de um Pessoa, os registos desta face da poesia de andaime são escassos e pouco
documentados.
Procurando encontrar um ponto de transição mantem um equilíbrio de forma e estilo entre correntes
poéticas, nos primeiros anos de andaime, muitos são os que não se libertaram completamente das
inibições da poesia trágico-tropical trovadoresca. Declamam versos suaves que por vezes se confundem
com cartas de amor renascentistas.
67. Ia até ao fim do mundo por um dos teus sorrisos, e ainda mais longe pela outra coisa que podes
fazer com a boca.
68. Estou a lutar desesperadamente contra o impulso de fazer de ti a mulher mais feliz do mundo.
69. Sabes onde ficava bem a tua roupa? Toda amarrotada no chão do meu quarto.
70. Só a mim é que não me calha uma destas na rifa.

Capítulo 6
Os religiosos

A Igreja, pela natureza universal da sua mensagem, não se identifica objectivamente com nenhuma
cultura, pois pode exprimir-se em todas elas, sendo capaz de as influenciar, intervindo no fenómeno da
mutação cultural.
Não será de estranhar que, num país de fortes tradições religiosas como Portugal, também as
expressões clericais e sacerdotais se misturem no seio da linguagem do amor e do romance. Como disse
um dia o calceteiro João da Silva Ramalho, ao olhar aquela que viria mais tarde a ser sua esposa – Ai
Jesus, que és tão boa.
71. Diz-me lá como te chamas para te pedir ao Menino Jesus.
72. Ó filha, queres ir ao céu? Sobe os andaimes que o resto do caminho é por minha conta.
73. Ó filha, se não acreditas que Deus é feito de carne e osso sobe os andaimes e anda cá tocar-me.
74. Abençoados pais que conceberam esta coisinha linda.
75. Por acaso és católica? É que tens um cu que valha-me Deus.

Capítulo 7
Os espirituosos
Normalmente escritos depois de almoço logo após as primeiras garrafas de vinho, estes versos
reflectem o espírito jovial que se vive nas empreitadas lusitanas. Há ainda quem os chame também de
reinadios ou reinadões.
76. Se eu estivesse no teu lugar, tinha sexo comigo na boa.
77. Ó menina, cuidado que prendeu-se-lhe a parte de baixo da saia no manípulo da betoneira.
78. Essa roupa fica-te muito bem, mas eu ficava-te melhor.
79. Se cair, já sei onde me agarrar.
80. Acreditas em amor à primeira vista ou tenho que passar por aqui outra vez?
81. Anda cá que te vou dar uma sessão de raboterapia.
82. Não sou muito bom em matemática mas, 1+1 = 69?
83. Não te esqueças do meu nome, mais logo vais gritá-lo.
84. Minha senhora, troco a sua filha por um piano, assim, podemos tocar os dois.
85. És um bilhete de primeira classe para o pecado.
86. Queria ser um patinho de borracha para passar o dia na tua banheira.
87. Deves estar tão cansada, passaste a noite às voltas na minha cabeça.
88. Posso não ser bonito como o Brad Pitt, nem ter os músculos do Schwarzenegger, mas a lamber sou
uma Lassie.
89. Com uma montra dessas, imagino como é o armazém.
90. Ó filha, contigo era até partir os pés à cama.
91. Ó doce, anda cá a cima fazer uma festinha ao tareco.

Capítulo 8
Quem desdenha…

Quem desdenha quer comprar. Mais um daqueles casos em que a sabedoria popular, transmitida ao
longo de gerações, raramente se engana. Mas a grande novidade encontrada nesta poesia foi a
descoberta de poetas com níveis de escolaridade muito superiores aos que antigamente se pensava. uma
situação que tem com certeza a ver com a emigração de licenciados de leste para a construcção cívil
portuguesa.
Nunca antes se haviam encontrado vestígios de poemas de trabalhadores da construção civil com um
nível de escolaridade igual ou superior ao antigo quinto ano de liceu. Neste pequeno capítulo o leitor
vai ler poemas de indivíduos que claramente frequentaram, pelo menos, o segundo ano de faculdade.
Neles podemos ver a aplicação prática de técnicas avançadas de psicologia invertida numa corriqueira
frase de engate.
92. Não és nada de se deitar fora, já tive pior e a pagar.
93. Podes não ser a rapariga mais gira, mas com a luz apagada também é bom.
94. Ó filha, tens carinha de modelo mas o teu cu é um continente.
95. Com umas bóias dessas o Titanic não tinha ido ao fundo.
96. Com um piso desses deves ser mais rodada que a 2ª Circular.

Capítulo 9
Simples e bonito
97. Ó filha, anda cá dar um beijinho ao trolha.

Capítulo 10
Quando a canção falha

A rejeição é o pior dos inimigos. O estômago revolve-se e vem ao de cima um sentimento de angústia e
desagrado. O balde de água fria da ribeira que explode como uma pequena bomba de cariz nuclear.
Nesses instantes de loucura soltam-se palavras amargas de vingança e olhares frios de desdém.
98. Ai não queres? Eu vi logo, gorda como estás é porque não suas muito.
99. Mau? Mau o quê? Disse algum disparate ou chupas aqui mesmo?
100. És mesmo esguia, pareces uma sereia: metade mulher, metade baleia.
101. Ó filha, com menos cu também se caga.
102. Ó filha, se o teu cu fosse uma torrada, precisava de um remo para o barrar.
103. Também só queria saber o teu nome para quando me masturbar saber em quem estou a pensar.
104. Ó filha, só não sou teu pai por quinhentos paus.
105. Ó filha, com esse atrelado só com carta de pesados.

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Gafes no futebol....

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